sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Cientistas emitem alerta de emergência sobre estado atual da Antártica.

https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2024/11/cientistas-emitem-alerta-de-emergencia-sobre-estado-atual-da-antartica.ghtml 


Na sexta-feira (22), os cientistas da Conferência Australiana de Pesquisa na Antártica emitiram um alerta de emergência sobre o estado atual da Antártica. O comunicado foi divulgado durante a primeira edição do evento, que reuniu pesquisadores para discutir o impacto da crise climática na Antártica e no Oceano Antártico — e as consequências disso no futuro do planeta.

Os participantes pediram mais atenção à região, fundamental na regulagem do clima da Terra atualmente e no futuro e que, ainda assim, não é tão contemplada no debate público ou na criação de políticas públicas. "Acreditamos que a ciência sobre a Antártica e o Oceano Antártico deveria ser o ponto de partida para o desenvolvimento de políticas climáticas", afirma o comunicado.

A conferência ressaltou a riqueza das colaborações entre instituições e disciplinas, com a presença de mais de 450 pesquisadores da Austrália, dois terços deles sendo jovens no início de suas carreiras. "Cientistas no início de carreira vão estabelecer mais oportunidades de engajamento com a indústria e o governo, enfatizando que a preservação e o futuro da Antártica dependem do esforço da comunidade", aponta a nota.

Segundo os cientistas, o manto de gelo do leste da Antártica tem água o suficiente para aumentar em até 50 metros os níveis de mares ao redor do planeta caso derreta completamente. Essa região pode ter implicações nas cidades costais da Austrália, logo, prever o quanto essa área vai contribuir para o aumento do nível do mar é essencial para o bem-estar da comunidade global.

Importância da Antártica

As mudanças têm sido enormes: estudos recentes apontam diminuições das geleiras, ondas de calor com 40ºC ou mais, e aumento da instabilidade das plataformas de gelo. Outras consequências como a transformação dos ecossistemas da terra e do mar também foram observados. Não se sabe quais dessas mudanças já não são mais irreversíveis.

"Nossas sociedades devem estabelecer e cumprir metas para diminuir as emissões de carbono o mais rápido possível. Não conseguir reduzir as emissões rapidamente, a cada ano e a cada tonelada, compromete o nível do mar para gerações atuais e futuras."

De acordo com o grupo, essa é a importância de ter uma nova leva de pesquisadores comprometidos em resolver essas crises e identificar novas oportunidades de engajamento com projetos focados no futuro da sociedade. "Toda fração de um grau importa", finalizam.

Âmbar na Antártida revela segredos sobre florestas.

https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2024/11/6987667-ambar-na-antartida-revela-segredos-sobre-florestas.html 


Pela primeira vez, fragmentos de âmbar foram descobertos da Antártida. O objeto permitiu que fossem encontradas informações sobre as antigas e grandes florestas existentes no continente — onde habitavam dinossauros e mamíferos.

Cretáceo — período da era Mesozoica que corresponde entre 145 e 65 milhões de anos — tornou o mundo um lugar mais quente, por conta da alta presença de dióxido de carbono atmosférico. Durante essa época, a Antártida contava com a presença de grandes florestas. Porém, ainda não se tem muito conhecimento sobre a vegetação e os habitantes do período no local, por conta da dificuldade do acesso aos fósseis, uma vez que os pesquisadores têm que perfurar o fundo do mar na costa da Antártida. 

A pesquisa é realizada por uma equipe liderada por Johan Klages, do Instituto Alfred Wegener. O grupo encontrou o âmbar dentro de uma camada de cinco centímetros de espessura de carvão úmido (conhecido como linhito). Âmbar é um resina, resultado de uma matéria viscosa produzidas por árvores, podendo ser de milhões de anos atrás. Encontrada em tons quentes — como amarelo, laranja e marrom —, hoje é normalmente utilizada para a criação de joias e decorações. Por ser uma substância pegajosa, é extremamente comum encontrar pequenas criaturas, penas, plantas e sedimentos dentro dela. Em 2015, foi encontrada uma cauda de dinossauro, com as penas intactas, dentro de um âmbar.

 estimativa é de que a resina encontrada tenha entre 92 e 83 milhões de anos e tenha vindo de uma floresta pantanosa, composta principalmente por coníferas. A equipe moeu o linhito para a análise, e os pedaços de âmbar que resistiram são minúsculos — entre 0,5 e 1,0 milímetros de diâmetro —, o que tornam as chances de serem encontradas formas de vida bem preservadas sejam bem escassas. No entanto, foram detectados fragmentos de casca de árvore.

"Os fragmentos de âmbar analisados permitem insights diretos sobre as condições ambientais que prevaleciam na Antártida Ocidental há 90 milhões de anos", informou Klages em uma declaração. "Nosso objetivo agora é aprender mais sobre o ecossistema da floresta — se queimou, se podemos encontrar vestígios de vida incluídos no âmbar. Esta descoberta permite uma viagem ao passado de outra forma mais direta."

No artigo sobre a descoberta, os autores relatam que a resina pode ser o resultado de um incêndio florestal, tendo sido preservada pela água que cobriu o local e a protegeu da luz ultravioleta.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Novembro de 2023 seco e novembro de 2024 chuvoso: entenda o que mudou.

https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/novembro-de-2023-seco-e-novembro-de-2024-chuvoso-entenda-o-que-mudou/ 


Em 2023, o mês de novembro entrou para a história como um dos mais extremos já registrados no Brasil, com altas temperaturas e eventos de chuva excepcionais. Neste ano, é observado o contrário em várias regiões do país, com a presença de muita precipitação ao longo do território.

No ano passado, o El Niño, que se trata do aquecimento das águas do Oceano Pacífico, contribuía para as ocorrências das fortes ondas de calor sobre o Brasil durante o mês de novembro.

Na época, a cidade mineira de Araçuaí teve os termômetros marcando 44,8°C, a maior temperatura já registrada no Brasil em mais de 100 anos de medições meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

A cidade de São Paulo chegou a marcar 37,7°C, a maior temperatura para um dia de novembro e a segunda mais alta já observada na capital paulista desde 1943.

Mesmo com as altas temperaturas, os grandes volumes de chuva ocorreram na região Sul. Em alguns locais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina choveu quase 600 mm. Algumas áreas do Paraná acumularam aproximadamente 500 mm ao longo daquele mês.

contrário é observado, até o momento, em novembro de 2024. Neste mês, não há o El Niño, e sim o La Niña, que é o resfriamento das águas do Oceano Pacífico. Apesar disso, a temperatura do mar na costa peruana está um pouco abaixo do normal, o que contribui no padrão de chuva e temperatura na América do Sul nesta época do ano.

A tendência de resfriamento ajuda a formar corredores de umidade sobre o Brasil, que provocam um ar úmido da região Norte para o Centro-Oeste e para o Sudeste. Além disso, a nebulosidade e chuva no Sudeste, Centro-Oeste e em algumas partes do Sul, impede para que o ar esquente excessivamente.

A chuva deve continuar pelo menos até o começo da segunda quinzena deste mês em grande parte do país. Com a grande quantidade de precipitação e nuvens, as temperaturas extremas devem dar uma pausa.

As altas temperaturas devem ser observadas durante este período apenas em áreas do interior do Nordeste e em Roraima.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

O megaporto recém-inaugurado pela China no Peru (e seu impacto para o Brasil).

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ceqxzvv93dro 


Durante sua passagem pelo Peru nesta semana, o presidente da China, Xi Jinping, aproveitou para inaugurar o que em alguns anos será maior porto comercial da América do Sul.

O complexo portuário de Chancay fica cerca de 70 km ao norte da capital peruana, Lima. É um projeto superlativo, liderado pela companhia marítima estatal chinesa Cosco Shipping Company e com investimentos totais estimados em US$ 3,4 bilhões (cerca de R$ 19,7 bilhões).

A infraestrutura deve contar com 15 embarcadouros, escritórios, serviços logísticos e um túnel com 2 km de comprimento para o transporte de carga.

Oito anos depois do início das obras, a conclusão da primeira fase do complexo foi anunciada na quinta-feira (14/11), durante a visita de Xi ao Peru para participar da reunião de cúpula da APEC, realizada em Lima.

Enart 2024: Santa Cruz do Sul recebe maior festival amador de arte da América Latina.

https://www.mtg.org.br/noticias/enart-2024-santa-cruz-do-sul-recebe-nesta-semana-maior-festival-amador-de-arte-da-america-latina/ 


O Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) prepara-se para viver dias de intensa emoção com o aguardado Encontro de Artes e Tradição Gaúcha (ENART) em Santa Cruz do Sul. Considerado o maior festival amador de arte da América Latina, o evento reunirá, entre 15 e 17 de novembro, mais de 4.500 competidores em 25 modalidades artísticas e culturais, incluindo danças tradicionais, chula, declamação, trova e outros. O ENART destaca-se pela diversidade das apresentações e pela valorização das manifestações culturais e artísticas do Rio Grande do Sul, atraindo milhares de espectadores ao Parque da Oktoberfest, onde ocorrerão as danças tradicionais, conhecidas por lotarem o espaço e encantarem o público.

Para Ilva Goulart, presidente do MTG, este será um momento de união e reconstrução.

“Será o ENART da retomada para muitos gaúchos. Tivemos o Rio Grande assolado por enchentes, com CTGs que foram completamente inundados. Mas, com grande resiliência, a maioria das entidades trabalhou na reconstrução, auxiliando a comunidade, oferecendo alimentos e apoio. O ENART traz essa mensagem de superação e solidariedade”, disse.

Além das competições, a programação do Enart 2024 contará com atividades especiais para celebrar a cultura gaúcha. A Secretaria de Estado da Cultura promoverá, na sexta-feira (15/11), o “Encontro de Artes e Tradição Gaúcha na Comunidade”, um desfile temático que percorrerá o centro de Santa Cruz do Sul, começando às 15h30min na rua Ramiro Barcelos e finalizando na Rua Galvão Costa. No sábado, 16/11, a Praça Getúlio Vargas será palco da Mostra Artística, com diversas apresentações e um show de encerramento do Grupo Alma Gaudéria.

Jundiaí ganha destaque na América do Sul com iniciativa social pioneira.

https://jundiai.sp.gov.br/noticias/2024/11/12/jundiai-ganha-destaque-na-america-do-sul-com-iniciativa-social-pioneira/ 


Reconhecida pelo pioneirismo nas ações, Jundiaí é destaque mais uma vez no cenário internacional. O projeto “Ressignificando as experiências das mulheres abrigadas de Jundiaí”, que contempla as assistidas pela Casa Sol, foi aprovado pelo Comitê de Seleção da Chamada de Boas Práticas para Políticas Locais de Gênero, organizada pela Unidade de Gênero e Município da rede Mercocidades. A solenidade acontece entre os dias 4 e 6 de dezembro, em Esteban Echeverría, Argentina.

Com foco na ressocialização das mulheres em situação de violência, abrigadas pela Casa Sol, o projeto prevê o benefício social no valor de R$ 200 mensais, por meio do Cartão + Alimentação Jundiaí, distribuído pela Unidade de Gestão de Assistência e Desenvolvimento Social (UGADS). O auxílio é utilizado para subsidiar o acesso a alimentos para famílias ou pessoas em vulnerabilidade social e que pertençam a serviços, programas e projetos do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) Jundiaí. Ele permite a construção de novas experiências com os familiares e do replanejamento doméstico e está amparado pela Lei Municipal n. 10.075, de 07 de dezembro de 2023.

“O Cartão + Alimentação Jundiaí, somado ao trabalho de acompanhamento realizado pela Casa Sol, garante mais autonomia e, consequentemente, o empoderamento dessas mulheres em situação de vulnerabilidade social. Isso gera um impacto bastante positivo e constrói bases sólidas para que elas possam voltar à sociedade e fortalecer vínculos, além de evitar a reincidência no ciclo da violência, já que nenhuma vítima voltou ao abrigo após o período de cuidados”, comenta a gestora da UGADS, Maria Brant.

A Cúpula das Mercocidades conta com a participação de 380 cidades do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela e Bolívia. Além da UGADS, o projeto “Ressignificando as experiências das mulheres abrigadas de Jundiaí” conta com o auxílio da Unidade de Gestão da Casa Civil (UGCC), por meio da Assessoria de Políticas para as Mulheres.

Governo Federal lança Relatório 2024 do projeto Rotas de Integração Sul-Americana.

https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2024/11/governo-federal-lanca-relatorio-2024-do-projeto-rotas-de-integracao-sul-americana 


O Governo Federal lançou, nesta segunda-feira, 25 de novembro, o Relatório 2024 do projeto Rotas de Integração Sul-Americana, com informações sobre 190 obras espalhadas pelos 11 estados fronteiriços, com investimentos que integram o Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). O documento traz ainda o mapeamento do status de atuação da administração pública federal nas regiões limítrofes do Brasil com os vizinhos sul-americanos.

As rotas têm o duplo papel de incentivar e reforçar o comércio do Brasil com os países da América do Sul e reduzir o tempo e o custo do transporte de mercadorias entre o Brasil e seus vizinhos e a Ásia. São elas:

Rota 1: Ilha das Guianas (Roraima, Amazonas, Pará e Amapá — Guiana Francesa, Suriname, Guiana e Venezuela)
Rota 2: Amazônica (Amazonas — Colômbia, Peru e Equador)
Rota 3: Quadrante Rondon (Acre, Rondônia e Mato Grosso — Peru, Bolívia e Chile)
Rota 4: Bioceânica de Capricórnio (Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina — Paraguai, Argentina e Chile)
Rota 5: Bioceânica do Sul (Santa Catarina e Rio Grande do Sul — Uruguai, Argentina e Chile)

+ Confira a íntegra do Relatório 2024

"Juntos, esses caminhos permitirão avanços sociais inestimáveis à população brasileira e aos povos vizinhos de nossos continentes. São 190 obras de infraestrutura presentes no Novo PAC que possuem caráter de integração espalhadas nos 11 estados: rodovias, portos, aeroportos, infovias, ferrovias, hidrovias e linhas de transmissão de energia elétrica", afirmou a ministra Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), na introdução do documento.

As 190 obras que fazem parte do projeto Rotas de Integração Sul-Americana foram selecionadas pelo MPO, com apoio da Casa Civil e dos ministérios dos Transportes, de Portos e Aeroportos (MPOR), de Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e de Comunicações (MCom). O grande pacote de integração conta com 65 rodovias federais, 40 hidrovias, 35 aeroportos, 21 portos, 15 infovias, nove ferrovias e cinco linhas de transmissão de energia elétrica. As obras contemplam desde investimentos diretos do Governo Federal até concessões ao setor privado.

O relatório servirá como material de apoio aos países vizinhos. Nele, é possível ver o que já foi realizado em termos de obra e modalidade do projeto — se é rodovia, ferrovia, hidrovia ou infovia e qual o estágio da obra. “São 51 projetos que estão no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2025 que integram nossa agenda das Rotas de Integração Sul-Americana e que somam R$ 4,5 bilhões. Esses projetos presentes na proposta orçamentária do próximo ano funcionam como um 'guarda-chuva', abarcando grande parte das 190 obras constantes da agenda das Rotas de Integração Sul-Americanas. Só não estão presentes no PLOA 2025 as iniciativas já concluídas e aquelas cujo início ocorrerá somente a partir de 2026”, explicou João Villaverde, secretário de Articulação Institucional do MPO.

ATUAÇÃO REGULATÓRIA — O relatório também apresenta um amplo mapeamento da atuação regulatória do Estado brasileiro nas fronteiras, ou seja, traz o detalhamento das atividades de órgãos como Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) nas áreas limítrofes país.

“Nosso trabalho também contempla o olhar estrutural que a integração exige: os braços da regulação estatal, como fiscais de aduana da Receita Federal, agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, servidores das áreas de vigilância sanitária e agropecuária, patrimônio histórico e cultural, comércio exterior, diplomacia, ciência e tecnologia, meio ambiente e mudança climática”, destacou Tebet. "Trata-se de um esforço coletivo para cumprir a integração de nosso continente sob os marcos de avanços sociais e reduções das desigualdades", pontuou.

BANCOS MULTILATERAIS — O relatório indica, entre outros pontos, que o apoio dos Banco Multilaterais de Desenvolvimento (BMDs) na execução do planejamento da integração sul-americana pode também auxiliar a superar barreiras relacionadas ao ciclo político. Isso ocorre porque, em sua maioria, os projetos de integração regional financiados ou assessorados por esses bancos são de longo prazo, ultrapassando a duração dos mandatos políticos locais, seja em nível federal, estadual ou municipal. Ou seja, a presença dos BMDs nos projetos representa um lastro, garantindo a continuidade de projetos estratégicos ao longo do tempo.

De acordo com Villaverde, o material mostra a atuação dos BMDs em ações ligadas às rotas de integração e, neste caso, o trabalho conta com parceria interna no MPO, envolvendo também a Secretaria de Assuntos Internacionais e Desenvolvimento (Seaid). Há, portanto, informações sobre ações contempladas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF); do Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata (FONPLATA); Bando de Desenvolvimento do Caribe (BDC) e até do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Também há informações sobre aplicação dos recursos não reembolsáveis do Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (FOCEM).

CONTEXTO — O Brasil tem fronteira terrestre com nove países da América do Sul: Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Guiana e Suriname, e com o Departamento da Guiana Francesa, numa extensão total de 16.886 quilômetros, envolvendo 11 unidades da federação e 588 municípios, cerca de 27% do território nacional.

O Relatório 2024 do projeto Rotas de Integração Sul-Americana relata que em 2023, o Brasil exportou quase US$ 43 bilhões para os países da América do Sul e importou pouco mais de US$ 28 bilhões — o que corresponde, respectivamente, a 12,6% e 11,7% do total comercializado pelo país no período. Do valor exportado, 46,5% correspondem aos produtos que saíram do Brasil por via rodoviária, principal modal de transporte no período.

Recopa Sul-Americana de 2026.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Recopa_Sul-Americana_de_2026?utm_source=chatgpt.com   Disputa da Recopa Sul-Americana de 2026 (Lanús x Flameng...