terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Gestores fazem vistoria final no CIES (Centro Integrado de Emergência e Segurança ) antes da entrega, em Jundiaí - SP.

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As obras do moderno Centro Integrado de Emergência e Segurança (CIES) estão na reta final. Nesta quinta-feira (14), gestores municipais realizaram uma visita técnica no local para verificar os últimos detalhes e o avanço da montagem dos mobiliários, etapa que precede o início das etapas de operacionalização do espaço. O equipamento recebeu investimentos de R$ 42 milhões, em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Em uma área de aproximadamente 11 mil m², o CIES irá abrigar toda a estrutura operacional do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e do Serviço de Atendimento a Pacientes Especiais e Crônicos (SAEC), Guarda Municipal (GM), Defesa Civil, o centro de monitoramento do Trânsito, além do Centro Integrado de Controle e Comunicação (CICCOM). Os prédios contam, também, com espaços para cursos de capacitação e treinamentos, áreas de descompressão projetadas para o conforto dos servidores públicos e muito mais.

“Jundiaí está prestes a ganhar um moderno e inovador Centro Integrado de Emergência e Segurança, que não existe em mais nenhuma cidade do país. Um equipamento exemplar, com serviços integrados e inteligentes, que trazem mais eficiência e rapidez no atendimento à população”, avalia o gestor de Governo e Finanças, José Antonio Parimoschi, presente na visita técnica.

As mudanças começam a acontecer ainda neste mês de novembro, de acordo com a finalização da montagem do mobiliário de cada um dos prédios. Os primeiros serão os serviços de saúde e Defesa Civil. As equipes da GM, pelo porte do espaço, farão a mudança de maneira escalonada.

Também estiveram na visita os gestores Tiago Texera (Promoção de Saúde) e Carla Basson (Segurança Municipal), a gestora adjunta de Promoção de Saúde, Daniele Evangelista, o Comandante da Guarda Municipal, Benedito Marcos Moreno, e o coordenador da Defesa Civil, João Osório Gimenez Germano, além de diretores.

Da acupuntura à meditação, serviços nas UBSs de Jundiaí vão além das consultas e medicamentos.

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Serviços como Auriculoterapia, Lian Gong, dança circular, yoga, pilates, meditação e até aromaterapia são algumas das práticas oferecidas pelas 35 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) dentro das Práticas Integrativas Complementares (PICs). Os grupos são provenientes de agendamentos pós-consultas, outros de encaminhamentos, ou livres dependendo do tipo de prática. O que não faltam são oportunidades para quem deseja começar a praticar algo com foco na promoção do bem-estar da saúde.

Mais do que oferecer um tratamento com exames clínicos e medicamentos, a Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) tem proporcionado condições para que os usuários usufruam de tratamentos alternativos. Alem das UBSs, as PICs também são oferecidas na Academia da Saúde e no Centro de Convivência, Cultura, Trabalho e Geração de Renda (Cecco).

A gerente da Academia de Saúde, Ana Claudia Crepaldi, explica que as PICs desempenham papel fundamental no processo de atendimento da área de saúde uma vez que promovem abordagem holística ao cuidado do paciente. “São considerados não apenas os aspectos físicos, mas também os emocionais, mentais e sociais contribuindo para o bem-estar geral do indivíduo. As práticas podem auxiliar na prevenção de doenças, no manejo de condições crônicas e na melhoria da qualidade de vida. Além disso, ao incentivar a participação ativa dos pacientes em seu próprio processo de cuidado, essas práticas fomentam a autonomia e o empoderamento no seu autocuidado”, explica.

O serviço mais procurado atualmente é a auriculoterapia, embora os grupos de lian gong e dança circular tenham muita adesão e participação ativa da comunidade com pelo menos 5 mil participações em diferentes grupos. “Precisamos ressaltar que as práticas são consideradas integrativas e complementares ao tratamento clínico estabelecido. Elas não substituem o tratamento convencional, mas podem potencializar os seus efeitos, reduzir o uso de medicamentos e melhorar a qualidade de vida. Por esse motivo, em muitas das práticas utilizadas nas UBS, elas estão atreladas a grupos de cuidados, potencializando os efeitos terapêuticos dos participantes, como é o caso do grupo de dor crônica e grupo de saúde mental”, lembra a gerente.

Terapias que ajudam

O acupunturista Junge Takagaki fala dos benefícios da acupuntura como auxílio do equilíbrio físico e mental. Durante suas consultas, tem percebido a melhora de pacientes que utilizam a terapia milenar como complemento das dores crônicas.  “As sessões podem durar de 15 a 20 minutos, com pelo menos quatro encontros, mas, além da acupuntura, é preciso que as pessoas tenham uma mudança de hábito, incluindo a alimentar”, orienta.

Para além da acupuntura, a procura pelo pilates reforça o quanto essa prática tem aliviados as dores físicas nos usuários. Paulo dos Santos, de 56 anos, precisou passar por duas cirurgias na coluna como última opção para as dores que sentia. Começou a fazer exercícios depois de orientação médica e quatro meses depois sente a diferença. “A melhora na minha postura é diferente de tudo que senti. Eu não conseguia ficar um minuto em pé sem sentir dores”, afirma.

Tanto para Maria de Lourdes Souza, de 63 anos, quanto para Elza Gonçalves da Cruz, de 67 anos, o pilates foi indicação médica para amenizar as dores. “Estou adorando os exercícios e percebo a melhora. Quando recebi a indicação aqui da UBS não tive dúvidas e estou adorando”, comenta Elza que faz os exercícios na Academia da Saúde do Santa Gertrudes.

A acupuntura está disponibilizada nas UBSs Sarapiranga, Traviu, Esplanada, Rio Branco e nas Clinicas da Família Hortolândia, Almerinda Chaves e Novo Horizonte.

As PICs fazem parte do cardápio de atividades oferecidas em toda a nossa rede de Atenção Básica em Jundiaí. São práticas que promovem a saúde, previnem doenças e proporciona o bem-estar entra os usuários. Para participar, basta ir até a sua UBS ou Clínica da Família e conhecer quais as atividades e horários disponíveis”, explica o gestor da UGPS, Tiago Texera.

As vagas do pilates podem ser conferidas nas UBSs Pitangueiras, Esplanada, Comercial, Jardim do Lago, além das CFs Novo Horizonte e Almerinda Chaves.

A diretora da Atenção Básica de Saúde, Ana Paula Rodrigues Rosa reforça que o município tem como premissa conhecer a população do território das unidades para ofertar um cuidado aderente à necessidade dos indivíduos que ali residem, objetivando a promoção de saúde por meio da realização de atividades que estejam alinhadas com o contexto social, hábitos de vida, faixa etária, rede de apoio, doenças prevalentes e outras demandas que o território vivo já preconiza.

“A importância das Práticas Integrativas e Complementares serem ofertadas pelos profissionais nas UBS´s, Clínicas de Família e nos equipamentos que integram os territórios de abrangência das unidades é estratégica, pois aumenta o vínculo das equipes de saúde com os usuários aumentando a adesão dos mesmos às diferentes ofertas que hoje estão disponíveis nas Unidades de Saúde, pra além das demandas mais conhecidas como consulta médica e retirada de medicamentos.

As UBSs podem informar quais as práticas de referência para cada uma delas. Consulte pelo site https://jundiai.sp.gov.br/saude/rede-de-atendimento/rede-completa-de-atendimento.

Em Jundiaí, fitoterápicos e plantas medicinais auxiliam na promoção da saúde.

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O uso de medicamentos fitoterápicos tem crescido cada vez mais no País, devido aos benefícios no tratamento de diversas doenças. Em Jundiaí, em três meses, a Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) fez a distribuição de 75.637 comprimidos de Valeriana officinalis, conhecida somente como Valeriana e, desde setembro, 15.516 cápsulas de Maytenus (Espinheira Santa).

Os dois primeiros fitoterápico da Relação Municipal de Medicamentos (Remume) estão disponíveis em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Clínicas da Família. A escolha da Comissão de Farmácia e Terapêutica da Prefeitura por eles se deu por serem plantas de uso tradicional, ou seja, bem conhecidas pela população. A Valeriana, distribuída desde junho, atua no Sistema Nervoso Central (SNC) exercendo um leve efeito calmante, além de auxiliar na regularização dos distúrbios do sono. Já a Espinheira Santa, disponibilizada a partir de setembro, tem efeitos protetores e cicatrizantes no sistema gástrico, promovendo alívio direto em sintomas gastrintestinais e má digestão.

“Os fitoterápicos são medicamentos feitos com plantas medicinais, que passam pelo processo de industrialização, com padronização da quantidade dos compostos e da dosagem. São seguros e possuem eficácia comprovada. Além disso, refletem a nossa cultura, tradição e história. Parte da população já utilizou, principalmente, em chás, tendo aprendido com os pais os ou avós”, explica a coordenadora da Assistência Farmacêutica da UGPS, Ana Cláudia J. Rodrigues.

Assim como os demais medicamentos, a prescrição dos fitoterápicos é efetuada pelo médico da Rede de Atenção à Saúde e a dispensação ocorre somente mediante a apresentação de receita médica.

Jardins Terapêuticos
Além do uso dos fitoterápicos, Jundiaí realiza a implantação de Jardins Terapêuticos nos equipamentos da Atenção Básica. Atualmente, sete serviços contam com esse incremento, que é mais uma prática complementar voltada à promoção da saúde. Neles estão plantas como Capim-cidrão, Melissa, Hortelã, Carqueja, Bálsamo, Boldo, Poejo, Alecrim, Lavanda, que auxiliam no cuidado integral.

“São espaços importantes que, mais do que ofertar as plantas, são utilizados para promovemos a troca de conhecimento entre o cientifico e o popular. Rotineiramente, ao redor dos jardins, fazemos oficinas para ensinar a maneira correta de utilização a fim de obter o efeito desejado para a saúde”, enfatiza Ana Cláudia.

“Essa é mais uma oferta importante da nossa rede, que veio para a somar com as Práticas Complementares Integrativas (PICs), como a auriculoterapia, o alongamento, o artesanato e o Lian Gong, entre tantas outras, que trazem cuidado integral, auxiliando na recuperação e promoção da saúde dos usuários”, acrescenta o gestor de Promoção da Saúde, Tiago Texera.

Saúde mental: iniciativas de Jundiaí são apresentadas em congresso brasileiro.

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O trabalho da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de Jundiaí será compartilhado no 9º Congresso Brasileiro de Saúde Mental (ABRASME), com início nesta sexta-feira (15), na cidade de Belém/PA. O coordenador de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas, Alexandre Moreno Sandri, é um dos convidados para palestrar no debate que tem como tema “Política Nacional sobre Drogas e Redução de Danos: caminhos necessários para o cuidado anti-discriminatório.”

“Ao longo dos anos, construímos políticas públicas para o cuidado em saúde mental, a partir de uma proposta de atenção integral e garantia dos direitos, e que inclui, de forma prioritária, a oferta de cuidado às pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas e estão em situação de altíssima vulnerabilidade e que não conseguiriam acessar os equipamentos de saúde tradicionais. A cidade ainda tem investido nas ações de geração de trabalho e renda, o que é algo fundamental para ampliar as possibilidades de circulação social, o deslocamento de lugar social e o enfrentamento ao estigma. É importante poder compartilhar essas práticas e ampliar o debate em um evento que reunirá atores do campo do cuidado em Saúde Mental, Álcool e Drogas de diversas regiões do País”, destaca Sandri.

Realizado anualmente, o congresso nacional da ABRASME é considerado o maior no campo da Reforma Psiquiátrica, reunindo milhares de participantes em atividades de mesas redondas, conferências, apresentação de trabalhos científicos e relatos de experiências.

Vitrine
Em março deste ano, o trabalho da RAPS de Jundiaí também motivou uma visita ao Município de representantes do Ministério da Saúde Pública e Bem-Estar Social do Paraguai para uma missão técnica, intermediada pelo Escritório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)/Organização Mundial de Saúde (OMS) no Brasil. Durante dois dias, a comitiva conheceu os serviços e os investimentos da cidade na área de saúde mental.

“A saúde tem desafios diários e sabemos que ainda temos que avançar. A nossa rede tem uma política bem estruturada, que garante os direitos das pessoas com transtornos mentais. Estamos muito felizes pelo reconhecimento que estamos tendo e em poder compartilhar a experiência, o trabalho de uma equipe que se dedica diariamente”, comenta o gestor de Promoção da Saúde, Tiago Texera.

Oferta de exames de imagem cresce 130% em Jundiaí.

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A Prefeitura, a partir da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), aumentou (entre 2021 para 2024) quase 130% a oferta de exames de imagem como Raio-x, ressonância magnética e tomografia. Estes exames fazem parte do rol de ferramentas da medicina para o diagnóstico preciso de doenças.

De acordo com dados da UGPS, em 2021 eram realizadas 1.603 tomografias por mês a partir de solicitações da rede de saúde pública. Já neste ano, a média mensal é de 3.682 tomografias/mês, o que representa aumento de 129,6% na comparação entre os períodos. Já na ressonância magnética, a média mensal passou de 481 para 846, ou seja, 75,8% de aumento na oferta. Mais conhecido, o raio-x, saltou de 15.816/mês em 2021 para 24.573/mês neste ano, o que resulta em aumento de 55,36%.

“Jundiaí é reconhecida como uma das cidades que mais investe em saúde pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Não é por acaso que saltamos de um orçamento de pouco mais de R$ 400 milhões em 2017 para mais de R$ 1 bi para 2025. São investimentos feitos baseados em planejamento sólido, para oferecer serviços de qualidade para as pessoas, e de maneira consistente”, reforça o prefeito Luiz Fernando Machado.

Para o gestor da UGPS, Tiago Texera, a ampliação garante atendimento aos usuários em tempo oportuno, comparável com serviços particulares. “Desde a pandemia, percebemos uma migração e aumento de fluxo de novos usuários no sistema público de saúde de Jundiaí. Mesmo com esse novo fluxo, foi possível adequar as necessidades e oferecer prazos equivalentes ao sistema privado”, comenta o gestor.

Estudo nacional aponta Jundiaí como a 3ª melhor cidade do país para se viver.

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Segurança, saneamento, educação e saúde foram os principais pontos que colocaram Jundiaí na terceira posição do estudo Desafios da Gestão Municipal (IDGM), que analisou as 100 maiores cidades brasileiras. Os dados avaliaram 15 indicadores em quatro áreas essenciais para a qualidade de vida da população. Maringá e Franca ficaram na 1ª e 2ª posição, respectivamente.

Realizado pela Macroplan Analytics, o estudo destaca a cidade por seus altos índices de qualidade de vida, superando muitas metrópoles e consolidando-se como um dos melhores lugares para se viver no país. E não é para menos já que o município tem mostrado que os investimentos e adequação dos recursos em cada área fazem a diferença.

No ranking divulgado no dia 31 outubro, Jundiaí aparece com pontuação 0,721 no índice geral, deixando cidades como Uberlândia, Curitiba, Cascavel, Sorocaba e até São Paulo para trás. Quando se faz um recorte sobre os investimentos, o destaque fica para saneamento (0,962); segurança (0,875), educação (0,687); e saúde (0,575).

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Sem trégua: Jundiaí soma mais de 123 mil ações contra a dengue.

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A dengue não acabou. Basta um recipiente com água parada para o mosquito Aedes aegypti se proliferar e a cidade registrar mais casos da doença para somar aos mais de 22,7 mil deste ano. Sem trégua, segue o trabalho da Prefeitura para o combate e o enfrentamento.

Desde janeiro, a Vigilância em Saúde Ambiental (VISAM), vinculada à Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), realizou cerca de 123 mil ações. Foram mais de 83,4 mil imóveis visitados para a verificação de possíveis criadouros do mosquito e orientação à população; em torno de 37,5 investigações epidemiológicas de casos suspeitos de dengue; e aproximadamente 2,2 mil vistorias motivadas por meio do canal 156. Também de maneira rotineira, foram promovidas atividades educacionais, além da vigilância aos pontos estratégicos, como cemitérios, ferros-velhos, borracharias e floriculturas, e divulgações na mídia para conscientização dos munícipes.

“Em toda a cidade, seguimos com as medidas preconizadas intensificadas. Jundiaí teve, neste ano, o pior cenário, com número expressivo de casos e o registro de 16 óbitos. Como é sabido, as chuvas e as temperaturas acima de 24 graus favorecem a reprodução do mosquito, sendo fundamental a eliminação das estruturas que possam acumular água. A dengue e as demais arboviroses – zika e chikungunya – são doenças preveníveis, por isso, não podemos baixar a guarda. O momento é esse, pois os criadouros estão com água”, informa a gerente da VISAM, biomédica Ana Lúcia de Castro Silva.

Levantamento
Em Jundiaí, levantamento realizado em outubro aponta que 90 % dos criadouros do Aedes aegypti continuam nos quintais, e o prato de vaso é o principal deles, seguido por inservíveis como lata, lona, garrafas e lixos.

Já os bairros Jardim Tamoio, Santa Gertrudes, Jardim do Lago, Ivoturucaia, Vila Rami, Agapeama, Jardim Tulipas, Vila Hortolândia, Vila Ruy Barbosa e Vila Nambi continuam sendo os de riscos para novos casos de dengue.

“Apesar das ações, os criadouros seguem na casa das pessoas, teremos um cenário semelhante ao registrado durante a epidemia, com centenas de pessoas infectadas e internadas, se não compartilharmos a responsabilidade. O Poder Público está atuando, mas a população precisa adotar uma atitude proativa, cuidando de seus imóveis e descartando corretamente o lixo. Reiteramos que se o mosquito não nasce, não temos as arboviroses”, enfatiza o gestor de Promoção da Saúde, Tiago Texera.

Checklist
Para auxiliar na eliminação dos criadouros no imóveis, um checklist está disponível no site da Prefeitura. A orientação é que sejam verificados:

– Lixo – não deixe lixo espalhado no quintal e descarte nos dias corretos;
– Plantas – tire os pratinhos do vaso;
– Vasos sanitários – tampa sempre fechada. Em banheiros com pouco uso, dar descarga pelo menos uma vez por semana;
– Garrafas – devem estar em local coberto ou com as bocas viradas para baixo;
– Calhas – limpas. Mantenha-as sempre sem folhas e materiais que impeçam a passagem da água;
– Vasilhas para animais – lavar duas vezes por semana com água e sabão;
– Ralos – tampados com telas ou vedados (principalmente os que estão fora de uso);
– Piscinas – sempre limpas, mesmo sem uso. Use cloro para tratar a água e filtre periodicamente;
– Caixa D’água – mantenha fechada e vedada;
– Pneus – devem ser guardados em locais cobertos e descartados de maneira correta;
– Lonas – não deixe lonas jogadas formando bolsões de água.

Resumo Fevereiro / 2026

  🏥 📍 OFICIM da Saúde de Jundiaí  🟢 Gestão e estrutura da Saúde A Secretaria de Saúde realizou audiência pública (26/02) para prestação d...