quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Rússia anuncia vacina contra o câncer para 2025.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-12/russia-anuncia-vacina-contra-o-cancer-para-2025 


Uma vacina contra o câncer foi anunciada pelo governo russo em dezembro. O imunizante está previsto para começar a ser distribuído a partir do começo de 2025.

São trabalhados duas linhas de vacinas oncológicas, conforme o Centro Nacional de Pesquisa Médica do Ministério da Saúde russo. Uma delas utiliza a tecnologia mRNA, mesma que foi aplicada contra a Covid-19. 

Sancionada regulamentação dos bioinsumos. Fonte: Agência Senado

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/12/26/sancionada-regulamentacao-dos-bioinsumos 


A lei que regulamenta o uso de bioinsumos na agropecuária foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Conforme a legislação, os bioinsumos são itens ou processos de origem biológica utilizados no processo de produção, beneficiamento ou armazenamento de produtos agropecuários, de produçao aquática ou em florestas plantadas.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Crescimento do PIB brasileiro.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvgm4r89dpyo 


economia brasileira registrou um crescimento de 4% no terceiro trimestre deste ano quando comparado ao mesmo período do ano anterior, conforme aponta o IBGE.

O Produto Interno Bruto (PIB) é indicador econômico que apresenta a soma de todos os bens e serviços produzidos em determinada área geográfica, explica a professora de Geografia Rafaela Sousa neste artigo.

Censo 2022: mais da metade da população indígena vive nas cidades.

https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/42277-censo-2022-mais-da-metade-da-populacao-indigena-vive-nas-cidades 


Dados de um novo recorte do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que a população indígena brasileira é mais urbana do que rural.

Viviam em 2022 no Brasil um total de 914,75 mil indígenas em área urbana, o que representa 53,97% desta população, e outros 780,09 mil moravam na zona rural (46,03%). O instituto já havia comunicado que para o levantamento demográfico feito em 2022 houve um aperfeiçoamento no mapeamento de regiões indígenas em todo o país.

Queda da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA)

https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-12/chega-a-oito-o-numero-de-mortes-confirmadas-apos-queda-de-ponte 


Já são oito o número de mortes confirmadas devido à queda da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), no último domingo (22). Na manhã desta quinta-feira (26), mergulhadores da Marinha e dos Corpo de Bombeiros do Maranhão, do Tocantins, do Pará encontraram dois corpos. Nove pessoas continuam desaparecidas.

O trabalho de busca foi retomado na tarde de ontem (25), quando os mergulhadores encontraram corpos de mais duas pessoas. Os dois corpos localizados hoje ainda não foram retirados da água. Os mergulhadores também localizaram um caminhão, carregado de ácido sulfúrico, uma moto e uma caminhonete. Os veículos ainda estão submersos nas águas do Rio Tocantins.

Participam dos trabalhos de resgate subaquático 29 mergulhadores. Segundo o Corpo de Bombeiros do Maranhão, o corpo de uma das vítimas estava dentro de um caminhão, que caiu no rio no momento do acidente.

Os trabalhos foram retomados após confirmação da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que emitiu parecer técnico afirmando não haver risco de contaminação nas águas do Tocantins. Havia o risco de que as águas do rio serem contaminadas com a queda de três caminhões que transportavam cerca de 25 mil litros de defensivos agrícolas e 76 toneladas de ácido sulfúrico, produto químico corrosivo.

“Os mergulhadores enfrentam as características do rio, que dificultam a visibilidade e se somam à correnteza forte e à profundidade do local do acidente. Além disso, a presença de destroços da ponte e a carga perigosa dos caminhões (ácido sulfúrico e defensivos agrícolas), exige cuidado extra na segurança, uma vez que esses produtos representam risco para os mergulhadores”, disse a corporação.

Segundo os bombeiros, o uso de tecnologia de mapeamento e equipamentos específicos, como o SideScan Sonar, auxiliam na localização dos veículos que ficaram submersos. Em alguns pontos do rio, a profundidade chega a 40 metros.

Além disso, equipes de apoio psicológico estão presentes no local para oferecer suporte às famílias.

Nesta quinta-feira (26), o governador do Maranhão, Carlos Brandão, decretou luto oficial de três dias em todo o estado. “Minha solidariedade aos que foram atingidos nessa tragédia. Reafirmo o nosso compromisso, junto às demais autoridades, em trabalhar para que as vítimas sejam resgatadas. Peço que Deus conforte o coração de todos!”, escreveu Brandão em uma rede social.

Na segunda-feira (23), o governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, já havia decretado luto oficial de três dias em todo o estado em memória às vítimas do desabamento da ponte. Em uma rede social, Barbosa disse que mantinha contato com o Ministério dos Transportes para encontrar soluções alternativas para o tráfego interrompido pela queda da ponte.

Uma das alternativas continua sendo a ponte que liga os dois estados, na cidade maranhense de Imperatriz. Ainda de acordo com Barbosa, a primeira balsa deve chegar até o fim de semana para fazer o transporte da população que precisa cruzar os estados do Tocantins e do Maranhão.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Brasil lidera expedição inédita à Antártida.

https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/brasil-lidera-expedicao-inedita-a-antartida 


O Brasil está à frente da Expedição Internacional de Circum-Navegação Costeira Antártica, iniciativa científica pioneira no continente gelado. Liderada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a expedição visa estudar os impactos das mudanças climáticas nas geleiras antárticas. 

Os pesquisadores embarcaram na última sexta-feira, 22 de novembro, para percorrer mais de 20 mil quilômetros ao longo da costa do continente gelado, aproximando-se ao máximo das frentes das geleiras. A missão, inédita em escala global, investiga os impactos das mudanças climáticas por meio da coleta de dados biológicos, químicos, físicos e atmosféricos, além de um levantamento inédito aéreo das massas de gelo. O foco será em três grandes áreas: o monitoramento das calotas, a análise do clima e a investigação dos microplásticos. 

A iniciativa conta com a participação de 61 cientistas de sete países: Brasil, Argentina, Chile, China, Índia, Peru e Rússia. Do total, 27 são brasileiros, oriundos de sete instituições de ensino superior, sendo seis vinculadas ao MEC: a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal de Viçosa (UFV). Completa a lista a Universidade de São Paulo (USP), ligada ao governo estadual paulista. 

Os cientistas estarão focados em estudos multidisciplinares que envolvem glaciologia, oceanografia, biologia e climatologia. O objetivo é mapear as mudanças ambientais e compreender como as geleiras e o ecossistema antártico estão respondendo às alterações climáticas. 

Jefferson Simões, professor da UFRGS, conduz a equipe global. “Vamos estar fazendo diferentes amostragens, ver até que ponto nós mudamos as características químicas e físicas desse oceano, comenta Simões. Ele pontua que a expedição só é possível graças à cooperação internacional. 

A expedição tem retorno previsto para 25 de janeiro de 2025. A iniciativa representa um marco na ciência polar e evidencia o protagonismo do Brasil em pesquisas antárticasCom a pesquisa, será possível acompanhar o início de uma jornada que promete ampliar a compreensão global sobre os desafios enfrentados pelo continente gelado e seu papel essencial no equilíbrio climático do planeta. 

 

Cientistas emitem alerta de emergência sobre estado atual da Antártica.

https://revistagalileu.globo.com/ciencia/meio-ambiente/noticia/2024/11/cientistas-emitem-alerta-de-emergencia-sobre-estado-atual-da-antartica.ghtml 


Na sexta-feira (22), os cientistas da Conferência Australiana de Pesquisa na Antártica emitiram um alerta de emergência sobre o estado atual da Antártica. O comunicado foi divulgado durante a primeira edição do evento, que reuniu pesquisadores para discutir o impacto da crise climática na Antártica e no Oceano Antártico — e as consequências disso no futuro do planeta.

Os participantes pediram mais atenção à região, fundamental na regulagem do clima da Terra atualmente e no futuro e que, ainda assim, não é tão contemplada no debate público ou na criação de políticas públicas. "Acreditamos que a ciência sobre a Antártica e o Oceano Antártico deveria ser o ponto de partida para o desenvolvimento de políticas climáticas", afirma o comunicado.

A conferência ressaltou a riqueza das colaborações entre instituições e disciplinas, com a presença de mais de 450 pesquisadores da Austrália, dois terços deles sendo jovens no início de suas carreiras. "Cientistas no início de carreira vão estabelecer mais oportunidades de engajamento com a indústria e o governo, enfatizando que a preservação e o futuro da Antártica dependem do esforço da comunidade", aponta a nota.

Segundo os cientistas, o manto de gelo do leste da Antártica tem água o suficiente para aumentar em até 50 metros os níveis de mares ao redor do planeta caso derreta completamente. Essa região pode ter implicações nas cidades costais da Austrália, logo, prever o quanto essa área vai contribuir para o aumento do nível do mar é essencial para o bem-estar da comunidade global.

Importância da Antártica

As mudanças têm sido enormes: estudos recentes apontam diminuições das geleiras, ondas de calor com 40ºC ou mais, e aumento da instabilidade das plataformas de gelo. Outras consequências como a transformação dos ecossistemas da terra e do mar também foram observados. Não se sabe quais dessas mudanças já não são mais irreversíveis.

"Nossas sociedades devem estabelecer e cumprir metas para diminuir as emissões de carbono o mais rápido possível. Não conseguir reduzir as emissões rapidamente, a cada ano e a cada tonelada, compromete o nível do mar para gerações atuais e futuras."

De acordo com o grupo, essa é a importância de ter uma nova leva de pesquisadores comprometidos em resolver essas crises e identificar novas oportunidades de engajamento com projetos focados no futuro da sociedade. "Toda fração de um grau importa", finalizam.

Resumo Fevereiro / 2026

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