sexta-feira, 8 de novembro de 2024

Risco de colapso: estudo faz previsão alarmante para a Antártida.

https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2024/09/26/colapso-antartida-2300.htm 


Projeções são incertas, mas cientistas concordam que é preciso reduzir emissões já.

Estudo de mais de 50 cientistas prevê colapso quase total da Antártida Ocidental até 2300, sem data precisa para o evento.

A perda de gelo acelera após 2100, com afinamento substancial e recuo da linha de aterramento nas bacias ocidentais.

Resultados destacam a urgência em reduzir emissões de carbono.

terça-feira, 5 de novembro de 2024

Prefeitura identifica 9º caso de raiva em morcego em Jundiaí.

https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2024/09/26/prefeitura-identifica-9o-caso-de-raiva-em-morcego-em-jundiai.ghtml 


Vacina antirrábica deve ser aplicada uma vez por ano e está disponível gratuitamente na Vigilância em Saúde Ambiental, em Jundiaí (SP), mediante agendamento.


A Vigilância de Saúde Ambiental (Visam) de Jundiaí (SP) identificou mais um morcego positivo para raiva, no bairro Terra Nova. Este é o nono caso que a cidade registra em 2024.

O animal, da espécie Histiotus velatus — que se alimenta de insetos e é comum na cidade —, estava na área externa de um imóvel residencial, mas não teve contato com humanos e outros animais.

Caso o morador encontre algum morcego em locais incomuns, como dentro de casa, no quintal, voando durante o dia, caídos no chão ou mortos, a orientação é entrar em contato com a Visam pelos telefones (11) 4589-6340 e (11) 4589-6350, para que os técnicos realizem a retirada segura do animal.

Recomenda-se também isolar o cômodo ou local onde o animal foi encontrado, ou imobilizá-lo com um balde, pote de sorvete, pano ou uma caixa. Não se deve tocar nos morcegos devido ao risco de transmissão da raiva.

Outra medida de prevenção é que os tutores de cães e gatos atualizem, anualmente, a vacina antirrábica dos seus animais. O imunizante é disponibilizado pela Visam, a partir de agendamento pelos números de telefone mencionados acima.

Anta ferida em incêndio teve 100% do corpo queimado e está cega.

https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2024/09/13/anta-ferida-em-incendio-teve-100percent-do-corpo-queimado-e-esta-cega-estava-esperando-para-morrer.ghtml 


anta que ficou gravemente ferida durante um incêndio em um canavial em Andradina, no noroeste paulista, teve 100% do corpo queimado e está cega, segundo o veterinário da Associação Mata Ciliar de Jundiaí (SP)que recebeu o mamífero na madrugada desta sexta-feira (13). A unidade é especializada em cuidados de animais de grande porte vítimas de queimaduras.


O veterinário da Associação explicou à TV TEM que a anta passou por uma consulta oftalmológica, que apontou que o animal teve as retinas comprometidas, mas que a visão pode ser recuperada com o devido tratamento.

A anta foi encontrada deitada perto de um canavial nas proximidades de uma usina sucroalcooleira, em Andradina, no noroeste paulista.

De acordo com a Polícia Ambiental, o animal foi resgatado na quinta-feira (12) depois de não conseguir fugir do fogo. Uma funcionária da usina que acionou os policiais depois de encontrar o animal desorientado e debilitado.

Segundo o coordenador de comunicação da associação, Samuel de Oliveira, a ONG foi acionada por volta das 18h de quinta-feira. A anta, que pesa aproximadamente 200 quilos, foi sedada para que a equipe conseguisse fazer o transporte entre as cidades.


Baixa umidade e pets: veterinária explica como tempo seco afeta saúde de cães e gatos.

https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/tem-mais-pet/noticia/2024/09/12/baixa-umidade-e-pets-veterinaria-explica-como-tempo-seco-afeta-saude-de-caes-e-gatos.ghtml 


Gatos persas e cães como shih tzu, buldogue francês e pug, conhecidos pelo formato achatado do rosto e focinhos curtos, podem desenvolver problemas respiratórios durante os dias mais secos.


De acordo com a veterinária Isis Eduarda Braga Vieira, o tempo seco pode prejudicar a saúde dos cães e a dos gatos, uma vez que pode ocorrer desidratação, irritação em mucosas sensíveis, como do olho, e ainda acarretar problemas de pele.

A especialista também acrescenta que a seca pode causar problemas alérgicos nos pets, tanto alergias respiratórias, como dermatológicas, além disso, conjuntivites e infecções secundárias por coceiras alérgicas são comuns nessa época de baixa umidade.

Estes problemas podem ser evitados com cuidados simples no dia-a-dia, destaca a veterinária. Se os tutores estiverem atentos aos sintomas e ajudarem o pet a passar pelo período de seca, estarão evitando que ocorram problemas mais graves, como o desenvolvimento de doenças crônicas.

A veterinária também salienta que o bem estar do animal precisa ser tratado como um conjunto de atitudes. (Veja as dicas da veterinária abaixo)

Constante troca de água;
Preferência por bebedouros que conservem a temperatura da água, que deve ser posicionada em lugares frescos e sombreados;
Ter um lugar para que o pet possa se proteger do sol;
Utilização de umidificador em ambientes.

Estes fatores, segundo Isis, podem contribuir para a melhora da qualidade do ar e dos banhos dos nossos amiguinhos de quatro patas, uma vez que se sentirão frescos e terão qualidade respiratória.

Corrida do Coração volta para as ruas de Jundiaí em Setembro.

https://tribunadejundiai.com.br/cidades/jundiai/corrida-do-coracao-jundiai/ 


Evento tradicional celebra a saúde cardiovascular, com modalidades de corrida de 5km e 10km, além de caminhada de 5km. 

Jundiaí confirma 2º caso de monkeypox em 2024.

https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2024/09/15/jundiai-confirma-2o-caso-de-mpox-em-2024.ghtml 


Paciente é um homem de 33 anos, que começou a ter sintomas da doença no dia 30 de agosto e procurou atendimento médico em 3 de setembro. Ele não precisou ser internado e ele já está recuperado.


A prefeitura informou que todas as equipes de saúde da cidade estão orientadas quanto ao protocolo para a identificação e notificação dos casos suspeitos de mpox, a fim de garantir o seguimento correto das ações de investigação epidemiológicas necessárias.


Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, a enfermeira Maria do Carmo Possidente, é essencial a adoção de medidas preventivas para evitar a propagação da mpox.


Jundiaí tem queda de 60% nas doações de sangue.

https://g1.globo.com/sp/sorocaba-jundiai/noticia/2024/09/11/jundiai-tem-queda-de-60percent-nas-doacoes-de-sangue-saiba-como-ajudar.ghtml 


O número de doadores de sangue caiu 60% no hemonúcleo de Jundiaí (SP)Em situação crítica, o estoque opera com 30% de sua capacidade máxima.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), uma única doação pode salvar até quatro vidas, permitindo que pessoas com doenças crônicas graves, por exemplo, vivam por mais tempo e com maior qualidade de vida. A transfusão também é essencial para tratar feridos em caso de acidentes ou calamidades.


O hemonúcleo de Jundiaí atende diversos hospitais da região, como Campo Limpo Paulista, Itupeva, Cabreúva, Itatiba, Louveira e Atibaia, além de seis hospitais de Jundiaí.


O Colsan de Jundiaí precisa de doação de todos os tipos de sangue, principalmente os tipos "O positivo" e "O negativo".


Em Jundiaí, a doação de sangue pode ser feita no Colsan, de segunda-feira a sábado, das 7h30 às 12h30. O espaço fica na Rua XV de Novembro, 1.848. Para realizar a doação, o morador deve:

Portar documento oficial e original de identidade com foto, como RG, Carteira Profissional ou Carteira de Habilitação;

Ter entre 16 e 69 anos de idade, sendo que a primeira doação deve ter sido feita até 60 anos;

Pesar acima de 50 quilos;

Estar em boas condições de saúde;

Estar alimentado, porém evitar refeições pesadas (gordurosas);

Homens podem doar a cada dois meses, até no máximo quatro vezes em um ano;

Mulheres podem doar a cada três meses, até no máximo três vezes em um ano.


Os adolescentes menores de idade devem estar acompanhados de um adulto acima de 21 anos e ter em mãos o Termo de Autorização de doação de menor de idade preenchido, com firma reconhecida em cartório.


Como faço para doar?


Antes da doação, o morador passará por um processo de triagem que consiste em alguns exames e uma entrevista para garantir uma doação segura para o doador e para reduzir ao máximo os riscos de transmissão de doenças para pacientes que recebem transfusões de sangue. Não existe nenhum risco de contrair doenças na doação.

Vários testes são realizados no sangue coletado. São eles:

Tipagem sanguínea;

Triagem para doença falciforme (hemoglobina S);

Exames para Hepatites B e C, HIV I, HTLV I / II, Sífilis e doença de Chagas.

O HTLV é o vírus linfotrópico da célula T humana e não tem cura, mas há tratamento. Ele é da mesma família do vírus HIV, e possui as mesmas formas de contágio: relações sexuais sem proteção, uso de agulhas e seringas contaminadas, além do aleitamento materno.


Após 30 dias da doação, os resultados dos testes de triagem laboratorial são fornecidos mediante a solicitação do doador no posto de coleta onde foi feita a doação.

Após os exames sorológicos, o sangue doado é separado e distribuído aos hospitais.

O doador não deve ter risco acrescido para doenças transmissíveis pelo sangue (ser usuário de drogas injetáveis e inalatórias, prática de sexo não seguro, múltiplos parceiros sexuais ou ser parceiro sexual de portadores de Aids ou Hepatite).

Recopa Sul-Americana de 2026.

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